Escrevi,apaguei,escrevi,apaguei..podia escrever sobre um mundo de coisas,mas nao me apetece..nao me tem apetecido escrever e escrever por escrever nao.
mas hoje em jeito de carta apetece escrever umas linhas...
se estiveres ai...talvez sejam pars ti..talvez nao,serao
o que quiseres que sejam.
há um rio,uma ponte e estou na ponte e ela é tão frágil que não me mexo e não chego á outra margem.a fragilidade da ponte e o medo das quedas não me deixam,ou me empurram ou me puxam.fazer com que perca a cabeça também é uma forma mas eu ainda que me custe horrores aguento,mas a pressão tem um limite que ta a chegar..já estive mais longe de perder a cabeça.não sei o que vai ser amanhã nem depois mas a fuga pragmática parece a solução,uma solução dolorosa mas aceitavel.
se calhar aceitável e correcto é o que mereço,ou é o que posso ter..se calhar..abri uma porta que não devía..